
Os trabalhadores paraibanos receberam, em média, R$ 2.287 por mês em 2024. Esse foi o rendimento real habitual de todos os trabalhos registrado pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, do IBGE. A média paraibana foi a sexta pior do país.
O rendimento médio anual da Paraíba só é maior que o do Pará, Piauí, Bahia, Ceará e Maranhão.
O valor, inclusive, é 8% menor do que o estimado em 2023. E, frente a 2012, quando o IBGE começou a calcular esses dados, houve um aumento de 26%.
Segundo o economista Rodolpho Tobler, do FGV IBRE, os baixos rendimentos registrados no Norte e Nordeste podem ser explicados, em parte, pelo grande número de trabalhos informais, que costumam ser associados a salários menores.
Em 2024, sete estados brasileiros registraram taxas anuais de informalidade maiores que 50%: Pará, Piauí, Maranhão, Ceará, Amazonas, Bahia e Paraíba — todos do Norte e Nordeste.
"Também tem a ver com a estrutura da atividade econômica nessas regiões, mais centrada em serviços e com menos indústrias, que geralmente proporcionam um salário mais elevado", explica o especialista.
Eleições 2026 Cícero, Efraim e Lucas são convidados para novo debate ao Governo da Paraíba nesta segunda-feira
Assistência Social Famup reúne representantes de 187 municípios em seminário sobre acesso ao BPC
Eleições 2026 Cícero Lucena promete revogar PPP da Cagepa e descentralizar serviços de saúde na Paraíba
Eleições 2026 Efraim coloca valorização da Polícia Penal entre propostas para segurança pública na Paraíba
Eleições 2026 Efraim propõe trazer Hospital Sarah Kubitschek para a Paraíba e promete ampliar atendimento às pessoas com deficiência
Eleições 2026 Efraim percorre municípios do Sertão ao lado de Alfredo Gaspar e encerra Caravana 22 com carreata em Patos Mín. 22° Máx. 30°