
A Polícia Federal prendeu na manhã desta sexta-feira (2), em Ponta Grossa, no Paraná, o ex-assessor presidencial Filipe Martins. A prisão foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF.
Filipe Martins estava em prisão domiciliar desde o último sábado (27), mas teve a prisão preventiva decretada após, segundo a decisão judicial, descumprir uma das medidas cautelares impostas, que proíbe o uso de redes sociais. Após ser detido em casa, ele foi encaminhado para um presídio no município de Ponta Grossa.
De acordo com a decisão do ministro Alexandre de Moraes, o ex-assessor teria realizado uma pesquisa na plataforma LinkedIn no domingo (29). A ação foi interpretada como violação da ordem judicial que restringe qualquer tipo de acesso a redes sociais durante o cumprimento das medidas cautelares.
No dia 30, Moraes solicitou esclarecimentos à defesa de Filipe Martins, concedendo prazo de 24 horas para explicar o suposto uso da plataforma. No dia seguinte, a defesa apresentou manifestação negando o descumprimento da medida.
Em documento enviado ao STF, os advogados afirmaram que Filipe Martins não utilizou redes sociais nem acessou o LinkedIn. Segundo a defesa, os registros que indicariam visualizações de perfis seriam gerados por mecanismos automáticos da própria plataforma, sem qualquer ação voluntária do investigado.
Ainda conforme os advogados, Filipe Martins não acessa o LinkedIn há quase três anos e a última atividade registrada na rede social data de abril de 2023, período anterior à imposição das restrições judiciais. A defesa também informou que o perfil permanece inativo, sem publicações, comentários, curtidas ou mensagens privadas.
Os defensores acrescentaram que todas as contas digitais associadas ao nome de Filipe Martins estão sob custódia exclusiva da equipe jurídica desde fevereiro de 2024, quando foi decretada a prisão preventiva no âmbito da ação penal que tramita no STF.
Filipe Martins integra o chamado “núcleo 2” da investigação que apura a tentativa de golpe de Estado após as eleições de 2022. Segundo o STF, o grupo teria atuado na operacionalização da tentativa de ruptura institucional. Em 16 de dezembro, Martins foi condenado a 21 anos e seis meses de prisão por cinco crimes relacionados à trama golpista.
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