O prefeito em exercício de João Pessoa, Leo Bezerra, inspecionou nesta quarta-feira (10) as obras de proteção da falésia do Cabo Branco. A intervenção, que se estende por mais de 1,5 quilômetro, tem como objetivo preservar o patrimônio natural e garantir a segurança dos frequentadores de um dos principais pontos turísticos da capital paraibana.
A obra consiste na instalação de um muro de concreto e gradil, com previsão de conclusão em aproximadamente 30 dias. Leo Bezerra esteve acompanhado por secretários municipais e executivos de Infraestrutura e Mobilidade Urbana para acompanhar de perto o andamento da obra.
“O objetivo é proteger o meio ambiente, a barreira e, acima de tudo, a vida de nossos cidadãos. Muitos frequentam este local para caminhadas e corridas. A contenção que estamos implementando visa preservar vidas e impedir que as pessoas se exponham a riscos no ponto mais oriental das Américas”, afirmou o prefeito.
O muro de proteção já foi instalado da subida da ladeira de Cabo Branco, próximo à Praça de Iemanjá, até as proximidades da Estação Cabo Branco, estendendo-se até o Farol de Cabo Branco, local com maior concentração de visitantes. A Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) informou que estudos de estabilização da barreira, recomendados pela Defesa Civil, estão em andamento.
O investimento na obra é de R$ 1,2 milhão, e a estrutura de proteção abrange mais de um quilômetro de extensão. “A vistoria tem o intuito de assegurar celeridade na execução e entrega completa à população dentro do prazo previsto”, destacou o secretário Rubens Falcão.
A Defesa Civil vem instalando placas indicativas e de advertência, orientando os visitantes a manterem distância segura da encosta. Para o titular da pasta, Coronel Kelson, a sinalização e o cercamento têm papel fundamental na conscientização da população.
O secretário de Meio Ambiente, Welison Silveira, ressaltou que a medida não apenas protege vidas, mas também preserva a integridade da falésia. “A frequência humana em áreas sujeitas à erosão contribui para a desestabilização da barreira. Essas ações são necessárias para minimizar a erosão costeira e buscar a solução ambiental mais adequada”, explicou