O CRAS de Araruna recebeu representantes da Polícia Penal de João Pessoa para uma ação de conscientização e orientação em alusão ao Agosto Lilás, campanha dedicada à prevenção e ao enfrentamento da violência contra a mulher.
A iniciativa proporcionou um momento de diálogo e informação, abordando a importância de reconhecer situações de violência, buscar ajuda e conhecer os mecanismos disponíveis para proteção das vítimas.
A programação integra as ações desenvolvidas durante o mês de agosto para ampliar o debate sobre a violência doméstica e familiar e contribuir para que informações importantes cheguem cada vez mais perto da população.
Durante a atividade, foram reforçadas orientações sobre as diferentes formas pelas quais a violência contra a mulher pode se manifestar. Além da agressão física, situações de violência psicológica, sexual, patrimonial e moral também precisam ser reconhecidas e enfrentadas.
A conscientização possui papel fundamental principalmente porque determinados comportamentos abusivos podem ser naturalizados ou permanecer durante muito tempo sem serem identificados como violência.
Nesse contexto, levar o debate para espaços como o CRAS contribui para aproximar a rede de proteção das famílias e mostrar que nenhuma mulher precisa enfrentar uma situação de violência sozinha.
A participação da Polícia Penal ampliou o trabalho de orientação desenvolvido no município e reforçou a importância da atuação conjunta entre diferentes setores na proteção e garantia dos direitos das mulheres.
A Prefeitura de Araruna, por meio da Assistência Social e do CRAS, segue fortalecendo iniciativas de prevenção, acolhimento e conscientização, entendendo que o enfrentamento à violência exige informação, atuação do poder público e participação de toda a sociedade.
Casos de violência contra a mulher podem ser comunicados pelo Ligue 180. Em situações de emergência, a orientação é acionar a Polícia Militar pelo 190.
O encontro deixou uma mensagem que ultrapassa a programação do Agosto Lilás: violência contra a mulher não é normal. Denunciar, buscar ajuda e fortalecer a rede de proteção são caminhos fundamentais para interromper ciclos de violência e proteger vidas.