Paraíba Eleições 2026
Pesquisa SETA aponta lideranças da disputa por vagas na Assembleia Legislativa da Paraíba
Levantamento divulgado por portal estadual ouviu 1.500 eleitores em 84 municípios; Adriano Galdino, Wilson Filho e Felipe Leitão ocupam as três primeiras posições
26/08/2026 08h58
Por: Políticas & Negócios Fonte: Tamiris Leitão

A disputa pelas 36 vagas da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) ganhou uma nova fotografia nesta terça-feira (25). Levantamento realizado pelo Instituto SETA e divulgado pelo Polêmica Paraíba apresentou as intenções de voto para deputado estadual nas eleições de 2026.

A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 21 de agosto, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos distribuídos em 84 municípios. O estudo está registrado sob o número PB-09880/2026, possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Entre os nomes apresentados no levantamento, o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, aparece na primeira posição, com 3,13% das intenções de voto. Logo depois está Wilson Filho, com 2,93%, seguido por Felipe Leitão, com 2,73%.

Na sequência aparecem Wallber Virgolino (2,53%), Eduardo Carneiro (2,33%), Fábio Ramalho (1,93%), Olívia Motta (1,80%), Tibério Limeira (1,60%), João Paulo (1,53%), Tanilson Soares (1,33%) e Nilvan Ferreira (1,33%).

Maria Porto aparece com 1,20%, mesmo percentual registrado por Hervázio Bezerra e Nil Mendes.

Jutay Meneses, Danielle do Valle e Michel Henrique aparecem com 1%. Cida Ramos, Júnior Araújo e João Gonçalves registram 0,93%.

Com 0,80% estão Luciano Cartaxo, Dr. Jarques, Larúcia Sá, Diego Tavares e Dinho Dowsley.

Camila Toscano, Lindolfo Pires, Gilbertinho e Cilinha do Riachão aparecem com 0,73%. Segundo Domiciano, Geska de Laurinho, Cicinho Lima e Fábio Lopes registram 0,60%, enquanto Eduardo Brito, Branco Mendes e Nelinho Costa aparecem com 0,53%.

Uma disputa que vai além da votação individual

Os números funcionam como um termômetro da força individual dos nomes apresentados, mas não representam uma projeção direta de quem conquistaria as 36 cadeiras da ALPB.

Nas eleições proporcionais, a definição dos eleitos depende também do desempenho dos partidos e federações, dos quocientes eleitoral e partidário e da distribuição dos votos entre os candidatos de cada agrupamento.

Ainda assim, o levantamento oferece uma fotografia importante desta etapa da campanha e mostra uma disputa bastante pulverizada. Mesmo o primeiro colocado registra pouco mais de 3%, enquanto dezenas de candidaturas aparecem separadas por pequenas diferenças.

Com a campanha entrando em sua fase mais intensa, os próximos levantamentos ajudarão a mostrar quais candidaturas conseguem transformar presença política, bases municipais e exposição eleitoral em crescimento até outubro.

Fonte: Polêmica Paraíba