A disputa pelas 36 vagas da Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) ganhou uma nova fotografia nesta terça-feira (25). Levantamento realizado pelo Instituto SETA e divulgado pelo Polêmica Paraíba apresentou as intenções de voto para deputado estadual nas eleições de 2026.
A pesquisa foi realizada entre os dias 19 e 21 de agosto, ouvindo 1.500 eleitores paraibanos distribuídos em 84 municípios. O estudo está registrado sob o número PB-09880/2026, possui nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Entre os nomes apresentados no levantamento, o presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, aparece na primeira posição, com 3,13% das intenções de voto. Logo depois está Wilson Filho, com 2,93%, seguido por Felipe Leitão, com 2,73%.
Na sequência aparecem Wallber Virgolino (2,53%), Eduardo Carneiro (2,33%), Fábio Ramalho (1,93%), Olívia Motta (1,80%), Tibério Limeira (1,60%), João Paulo (1,53%), Tanilson Soares (1,33%) e Nilvan Ferreira (1,33%).
Maria Porto aparece com 1,20%, mesmo percentual registrado por Hervázio Bezerra e Nil Mendes.
Jutay Meneses, Danielle do Valle e Michel Henrique aparecem com 1%. Cida Ramos, Júnior Araújo e João Gonçalves registram 0,93%.
Com 0,80% estão Luciano Cartaxo, Dr. Jarques, Larúcia Sá, Diego Tavares e Dinho Dowsley.
Camila Toscano, Lindolfo Pires, Gilbertinho e Cilinha do Riachão aparecem com 0,73%. Segundo Domiciano, Geska de Laurinho, Cicinho Lima e Fábio Lopes registram 0,60%, enquanto Eduardo Brito, Branco Mendes e Nelinho Costa aparecem com 0,53%.
Os números funcionam como um termômetro da força individual dos nomes apresentados, mas não representam uma projeção direta de quem conquistaria as 36 cadeiras da ALPB.
Nas eleições proporcionais, a definição dos eleitos depende também do desempenho dos partidos e federações, dos quocientes eleitoral e partidário e da distribuição dos votos entre os candidatos de cada agrupamento.
Ainda assim, o levantamento oferece uma fotografia importante desta etapa da campanha e mostra uma disputa bastante pulverizada. Mesmo o primeiro colocado registra pouco mais de 3%, enquanto dezenas de candidaturas aparecem separadas por pequenas diferenças.
Com a campanha entrando em sua fase mais intensa, os próximos levantamentos ajudarão a mostrar quais candidaturas conseguem transformar presença política, bases municipais e exposição eleitoral em crescimento até outubro.
Fonte: Polêmica Paraíba