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CRAS Boa Vista promove bate-papo sobre violência contra a mulher com estudantes do Ensino Médio
Encontro alusivo ao Agosto Lilás abordou a Lei Maria da Penha, relacionamentos saudáveis e mecanismos de proteção
17/08/2026 16h15
Por: Políticas & Negócios Fonte: Tamiris Leitão

O CRAS Boa Vista realizou, na manhã desta segunda-feira, um momento de diálogo com estudantes do 3º ano do Ensino Médio da Escola Estadual Teodósio de Oliveira Lêdo (TOL), a convite da professora Danielly Silva. A atividade integrou as ações do Agosto Lilás, campanha de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher.

A conversa teve como um dos principais temas a Lei Maria da Penha e a importância de construir, desde a juventude, relacionamentos baseados em respeito, diálogo, liberdade e igualdade. Durante o encontro, os estudantes foram convidados a refletir sobre comportamentos que muitas vezes são naturalizados nas relações, reforçando que ciúme, controle e possessividade não são demonstrações de amor.

Também foram apresentados os diferentes tipos de violência contra a mulher, além de informações sobre os mecanismos de proteção previstos pela legislação, medidas protetivas e os canais disponíveis para denúncia e atendimento às vítimas.

O encontro ainda trouxe uma mensagem direcionada especialmente aos jovens: a importância de fazer diferente e contribuir para uma sociedade em que a violência não seja aceita ou normalizada. Respeitar as mulheres, não praticar violência e não permanecer em silêncio diante de situações de agressão também são atitudes que ajudam a transformar realidades.

Ao levar informação para dentro das escolas, o CRAS Boa Vista reforça a importância da educação e da conscientização como ferramentas de prevenção. Conversar com adolescentes sobre respeito, igualdade e limites contribui para a formação de relações mais saudáveis e para o enfrentamento de comportamentos violentos antes que eles sejam naturalizados.

O Agosto Lilás reforça, assim, uma mensagem que precisa permanecer durante todo o ano: combater a violência contra as mulheres exige informação, conscientização e atitude.