O Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB) realizou, no dia 08 de junho, a primeira Reunião de Planejamento de Segurança das Eleições 2026. O encontro reuniu representantes das forças de segurança e autoridades responsáveis pela organização do processo eleitoral no estado.
Durante a reunião, o superintendente regional da Polícia Federal na Paraíba, delegado Carlos Henrique, destacou que o combate à atuação de facções criminosas e o uso indevido da Inteligência Artificial (IA) serão duas das principais frentes de atuação da PF durante o período eleitoral.
Segundo o delegado, o objetivo é garantir a segurança, a transparência e a regularidade do processo democrático, fortalecendo o trabalho preventivo e a integração entre os órgãos responsáveis pela fiscalização das eleições.
Carlos Henrique ressaltou que a iniciativa do TRE-PB fortalece ainda mais a parceria já existente entre as instituições de segurança pública no estado.
De acordo com ele, a atuação conjunta das forças de segurança será fundamental para enfrentar possíveis ameaças relacionadas à criminalidade organizada e à disseminação de conteúdos manipulados ou desinformação por meio de ferramentas tecnológicas.
O superintendente também destacou que a Paraíba já possui um histórico de integração entre os órgãos de segurança durante os processos eleitorais, e que o trabalho conjunto será intensificado ao longo do segundo semestre, período considerado estratégico para as ações de monitoramento e prevenção.
A reunião foi conduzida no âmbito do planejamento coordenado pelo Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, sob a presidência do desembargador Márcio Murilo, com foco na preparação operacional para as eleições de 2026.
Além das estratégias de segurança, o encontro também serviu para alinhar ações entre as instituições envolvidas, buscando garantir um ambiente eleitoral seguro, transparente e dentro da legalidade em todas as regiões do estado.
A utilização crescente de ferramentas de Inteligência Artificial em ambientes digitais tem ampliado o debate sobre a necessidade de fiscalização e combate à disseminação de conteúdos falsos, manipulações audiovisuais e outras práticas que possam interferir na lisura do processo eleitoral.
Com a antecipação do planejamento e o fortalecimento da atuação integrada entre os órgãos de segurança, a expectativa é de que as eleições de 2026 ocorram com maior controle preventivo e monitoramento das possíveis ameaças ao processo democrático.